CRM-SP 114.546 · RQE 121.627 Pneumologia · RQE 121.356 Clínica Médica
Consulta particular de 60 minutos por R$ 650, com retorno incluso em 30 dias.
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Pneumonia é uma infecção do tecido do pulmão. A maior parte dos casos em adultos saudáveis é tratada fora do hospital, mas uma parte precisa de atendimento imediato. Saber diferenciar os dois é a informação mais útil desta página.
Nesses casos o caminho é o pronto-socorro, não o consultório. Consulta ambulatorial não substitui atendimento de urgência, e adiar avaliação em quadro grave piora o desfecho.
Se os sintomas são de intensidade leve a moderada, sem os sinais acima, a avaliação em consultório é apropriada e costuma ser mais completa do que um atendimento de pronto-socorro lotado.
O quadro clássico é febre, tosse com secreção, dor no peito ao respirar fundo e cansaço. Nem todo caso segue esse roteiro, e é justamente por isso que pneumonia às vezes demora a ser reconhecida.
Uma tosse que começa seca e passa a produzir secreção amarelada, esverdeada ou com raias de sangue chama atenção, principalmente quando vem acompanhada de febre.
Febre costuma estar presente, muitas vezes acima de 38 graus, com calafrios e suor. Em idosos, porém, a febre pode ser discreta ou não aparecer.
É uma dor que piora com a inspiração profunda ou com a tosse, geralmente de um lado só. Acontece quando a inflamação atinge a pleura, a membrana que reveste o pulmão.
Muitos pacientes descrevem um cansaço que não combina com o esforço feito: subir um lance de escada, tomar banho, atravessar a casa.
Em pessoas idosas, a pneumonia pode se apresentar sem febre e sem tosse chamativa. Às vezes o primeiro sinal é confusão mental, queda, perda de apetite ou uma piora geral sem explicação. Nesse grupo, qualquer mudança brusca merece avaliação.
Pneumonia pode ser causada por bactérias, vírus ou, com menos frequência, fungos. A causa muda o tratamento, e é por isso que a avaliação médica importa: antibiótico não resolve pneumonia viral, e usar por conta própria atrasa o diagnóstico correto além de contribuir para resistência bacteriana.
Uma sequência comum é a pessoa melhorar de um quadro viral e, poucos dias depois, voltar a piorar com febre e tosse produtiva. Essa piora após melhora é um sinal que merece avaliação, não paciência.
O diagnóstico começa na história clínica e no exame físico, com ausculta do pulmão. A confirmação normalmente exige uma radiografia de tórax, que mostra a área comprometida.
É o exame inicial na maior parte dos casos. Mostra se existe consolidação, qual a extensão e se há complicação como derrame pleural. O exame é solicitado na consulta e realizado em laboratório ou clínica de imagem; o resultado é interpretado junto com o quadro clínico.
Ajudam a estimar a intensidade da inflamação e a avaliar função renal e hepática, o que interfere na escolha do tratamento.
Não é necessária na maioria dos casos. Entra quando a radiografia não esclarece, quando o quadro não melhora como esperado, ou quando existe suspeita de complicação ou de outro diagnóstico por trás.
A radiografia pode continuar alterada por semanas depois que a pessoa já melhorou. Repetir imagem cedo demais gera angústia desnecessária. O momento certo de repetir faz parte do acompanhamento.
O tratamento depende da causa provável, da gravidade e das condições de saúde de cada pessoa. A decisão mais importante da primeira avaliação é definir se o caso pode ser conduzido em casa ou precisa de hospital.
A maior parte dos adultos sem doença grave associada se trata em casa, com medicação, hidratação, repouso e um plano claro de reavaliação. A conduta é entregue por escrito, com os sinais que indicam necessidade de retorno imediato.
A melhora costuma começar em 48 a 72 horas. Quando isso não acontece, a conduta precisa ser revista: pode ser causa diferente da inicialmente suposta, complicação, ou outro diagnóstico. Sem reavaliação marcada, essa correção não acontece.
É comum a tosse persistir por algumas semanas depois que a infecção foi tratada, e isso nem sempre significa que a pneumonia voltou. Por outro lado, tosse que se arrasta por mais de oito semanas merece investigação própria.
Depois de uma pneumonia vale revisar a situação vacinal, avaliar se existe doença pulmonar crônica não diagnosticada por trás e, em quem fuma, tratar a dependência de nicotina. Pneumonia de repetição no mesmo local do pulmão sempre pede investigação adicional.
História detalhada dos sintomas, tempo de evolução, doenças associadas e medicações em uso, com exame clínico e ausculta pulmonar para definir se o caso pode ser conduzido fora do hospital.
Radiografia de tórax e exames de sangue quando indicados, realizados em laboratório ou clínica de imagem. O resultado é interpretado junto com o quadro clínico, não isoladamente.
Conduta por escrito, com os sinais de alerta que indicam retorno imediato e a data de reavaliação. O retorno em até 30 dias já está incluído na consulta.
O atendimento é particular. A nota fiscal permite pedir reembolso ao seu convênio, conforme as regras do seu plano.
Médica com 20 anos de formação e dois títulos de especialista registrados no Conselho Regional de Medicina: Pneumologia e Clínica Médica. A dupla formação permite avaliar o paciente por inteiro, e não apenas o pulmão: sintoma respiratório costuma se misturar com pressão, coração, refluxo e sono.
Atuou por 12 anos em atendimento domiciliar de alta complexidade, acompanhando pacientes crônicos, dependentes de oxigênio e em suporte ventilatório.
Atende pacientes a partir de 12 anos com asma, DPOC, bronquite crônica, pneumonia, tosse de investigação e dependência de nicotina. Atua também como médica militar na Força Aérea Brasileira, no Hospital de Força Aérea de São Paulo.
O consultório fica na Av. Paulista, e há atendimento por teleconsulta para pacientes de outras cidades.
Kamilla Tonini Delamonica
CRM-SP 114.546 · RQE 121.627 (Pneumologia) · RQE 121.356 (Clínica Médica)
Responsável técnica pelo atendimento
Não. A maior parte dos adultos sem doença grave associada é tratada em casa. A internação entra quando há falta de ar importante, queda de oxigenação, confusão mental, idade avançada com fragilidade ou doenças que aumentam o risco. Essa avaliação é individual.
Os agentes que causam pneumonia podem ser transmitidos, principalmente os vírus, mas nem todo mundo que entra em contato desenvolve pneumonia. O que determina é a combinação entre o agente e as condições de defesa de cada pessoa.
A febre e o mal-estar costumam ceder em 48 a 72 horas de tratamento adequado. O cansaço e a tosse podem levar semanas para desaparecer. Ausência de melhora nos primeiros dias é o sinal de que a conduta precisa ser revista.
Nem sempre, e quase nunca logo depois. A imagem demora a normalizar mesmo com a pessoa já bem. A necessidade e o momento de repetir dependem da idade, do histórico de tabagismo e da evolução do caso.
Merece investigação, principalmente se os episódios aconteceram na mesma região do pulmão. Pode haver uma doença pulmonar crônica não diagnosticada, alteração estrutural, problema de deglutição ou questão imunológica por trás.
Sim. É frequente a pessoa iniciar tratamento em pronto-socorro e ficar sem acompanhamento. A consulta serve para reavaliar a resposta, interpretar exames, ajustar a conduta e definir o que investigar depois que a infecção passar.
Não. Os exames são solicitados e realizados em laboratório ou clínica de imagem. Na consulta acontece a avaliação clínica, a solicitação do que for necessário e a interpretação dos resultados que você já tiver em mãos.
Conteúdo informativo, revisado pela Dra. Kamilla Tonini Delamonica, CRM-SP 114.546, RQE 121.627. Não substitui consulta médica: cada caso exige avaliação individual.
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