CRM-SP 114.546 · RQE 121.627 Pneumologia · RQE 121.356 Clínica Médica
Consulta com pneumologista, 60 minutos por R$ 650, com retorno incluso em 30 dias.
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DPOC quer dizer doença pulmonar obstrutiva crônica. É uma doença em que as vias aéreas ficam permanentemente estreitadas e o pulmão perde parte da capacidade de esvaziar o ar. O resultado é falta de ar que aumenta com o passar dos anos.
Ela se desenvolve devido à inflamação causada pela inalação prolongada de substâncias nocivas. No Brasil, a causa mais comum é o cigarro, mas a fumaça de fogão a lenha e a exposição a poeiras no trabalho também produzem a doença.
Os dois nomes descrevem formas de apresentação da mesma doença. No enfisema, as paredes dos alvéolos são destruídas e o pulmão perde elasticidade. Na bronquite crônica, predomina a inflamação dos brônquios, com tosse e catarro por longos períodos. A maioria das pessoas tem os dois componentes em graus diferentes.
A diferença em relação à asma é importante: na asma a obstrução varia bastante e costuma reverter; na DPOC ela é persistente e reverte apenas em parte. Por isso o tratamento das duas não é igual.
Os sintomas se instalam devagar, ao longo de anos, e por isso costumam ser atribuídos à idade ou à falta de exercício.
Exacerbação é uma piora aguda dos sintomas que exige mudança no tratamento. É o evento mais importante da doença: cada episódio grave pode deixar sequela na função pulmonar e é a principal causa de internação por DPOC.
Ter um plano definido para reconhecer e agir cedo na exacerbação faz parte do acompanhamento.
Nessas situações, procure um serviço de emergência imediatamente.
É comum a doença aparecer em quem parou de fumar há muitos anos. Parar reduz a velocidade da perda de função pulmonar, mas não apaga a exposição anterior, e por isso a avaliação segue indicada.
O diagnóstico de DPOC exige espirometria. Sintomas e histórico levantam a suspeita, mas apenas a prova de função pulmonar confirma a obstrução e mede o quanto ela é grave.
O exame mede o volume de ar expirado e a velocidade da expiração, antes e depois de um broncodilatador. Na DPOC, a obstrução persiste mesmo após a medicação, e é isso que a separa da asma.
O resultado também estabelece um ponto de partida: repetir o exame ao longo dos anos mostra como a doença está evoluindo.
Asma, insuficiência cardíaca, bronquiectasias, sequela de tuberculose e doenças intersticiais podem produzir falta de ar e tosse parecidas. A investigação serve para separar essas possibilidades, porque o tratamento muda em cada uma.
A DPOC não tem cura, e o tratamento tem objetivos claros: reduzir os sintomas, diminuir a frequência das crises e preservar a função pulmonar que ainda existe.
É a medida que mais influencia a evolução da doença, em qualquer estágio. Não é apenas conselho: existe tratamento médico para a dependência de nicotina, com avaliação e acompanhamento.
Broncodilatadores de longa duração são a base do tratamento, e em parte dos casos associa-se anti-inflamatório inalatório. A escolha depende dos sintomas, do resultado da espirometria e do histórico de crises, e é reavaliada com o tempo.
O medicamento só funciona se chegar ao pulmão. Conferir e corrigir a técnica de uso do inalador na consulta é uma das intervenções de maior efeito prático, e costuma ser negligenciada.
Programas de exercício orientado melhoram a capacidade de esforço e a qualidade de vida de quem tem DPOC. Evitar o esforço por medo da falta de ar acelera o descondicionamento e piora o quadro.
Em pacientes com oxigenação baixa comprovada por exame, existe indicação de oxigenoterapia domiciliar. Essa indicação é individual e depende de critérios objetivos.
Tempo e carga de tabagismo, exposição a fumaça de lenha e poeiras no trabalho, frequência das crises, internações e o quanto a falta de ar limita você hoje.
Avaliação clínica e solicitação da prova de função pulmonar, que você realiza em laboratório. O resultado confirma a obstrução, mede a gravidade e serve de referência para o acompanhamento.
Escolha do inalador com treino da técnica, orientação sobre vacinação e atividade física, e plano por escrito para os dias de piora. O retorno em até 30 dias já está incluído.
O atendimento é particular. A nota fiscal permite pedir reembolso ao seu convênio, conforme as regras do seu plano.
Médica com 20 anos de formação e dois títulos de especialista registrados no Conselho Regional de Medicina: Pneumologia e Clínica Médica.
A dupla formação permite avaliar o paciente por inteiro, e não apenas o pulmão: sintoma respiratório costuma se misturar com pressão, coração, refluxo e sono. Atuou por 12 anos em atendimento domiciliar de alta complexidade, acompanhando pacientes crônicos, dependentes de oxigênio e em suporte ventilatório.
Atende pacientes a partir de 12 anos com asma, DPOC, bronquite crônica, pneumonia, tosse de investigação e dependência de nicotina. Atua também como médica militar na Força Aérea Brasileira, no Hospital de Força Aérea de São Paulo.
O consultório fica na Av. Paulista, e há atendimento por teleconsulta para pacientes de outras cidades.
Kamilla Tonini Delamonica
CRM-SP 114.546
RQE 121.627 · Pneumologia
RQE 121.356 · Clínica Médica
Responsável técnica pelo atendimento
A DPOC é crônica e não tem cura. O tratamento reduz sintomas, diminui a frequência de crises e ajuda a preservar a função pulmonar que resta. A evolução varia bastante de pessoa para pessoa e depende muito de parar de fumar.
Sim. É a medida que mais influencia a evolução da doença em qualquer fase, inclusive em quadros já avançados. Existe tratamento médico para ajudar nesse processo.
Enfisema e bronquite crônica são formas de apresentação da DPOC. A maioria das pessoas tem os dois componentes, em proporções diferentes. A avaliação clínica e a espirometria mostram o que predomina no seu caso.
Nem todo paciente precisa. A indicação depende de exames que medem a oxigenação e segue critérios objetivos, avaliados individualmente.
É um exame não invasivo, feito soprando em um aparelho, com orientação de um técnico. Exige colaboração e algumas repetições, mas não causa dor.
Sim, e é recomendado. A atividade física orientada melhora a capacidade de esforço. O nível adequado para o seu caso é definido na avaliação.
Vale conversar. A DPOC evolui de forma silenciosa por anos, e a avaliação da função pulmonar em quem tem histórico de tabagismo permite identificar a doença em fase inicial.
Conteúdo informativo, revisado pela Dra. Kamilla Tonini Delamonica, CRM-SP 114.546, RQE 121.627 (Pneumologia) e RQE 121.356 (Clínica Médica). Não substitui consulta médica: cada caso exige avaliação individual.
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Bela Vista, São Paulo, SP
Consultório Livance
A cinco minutos a pé das estações Consolação e Paulista. Estacionamento no edifício.
Pelo WhatsApp (11) 99475-5922
ou pelo telefone (11) 5039-3845
Atendimento a partir de 12 anos
O atendimento é para pacientes a partir de 12 anos, em todas as condições respiratórias. Se a sua não estiver na lista abaixo, ela também é avaliada na consulta.
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