Dra. Kamilla Tonini, Pneumologista (11) 5039-3845

CRM-SP 114.546 · RQE 121.627 Pneumologia · RQE 121.356 Clínica Médica

Tratamento de DPOC e enfisema em São Paulo

Consulta com pneumologista, 60 minutos por R$ 650, com retorno incluso em 30 dias.

Falar no WhatsApp
Dra. Kamilla Tonini, pneumologista, no consultório

O que é DPOC

DPOC quer dizer doença pulmonar obstrutiva crônica. É uma doença em que as vias aéreas ficam permanentemente estreitadas e o pulmão perde parte da capacidade de esvaziar o ar. O resultado é falta de ar que aumenta com o passar dos anos.

Ela se desenvolve devido à inflamação causada pela inalação prolongada de substâncias nocivas. No Brasil, a causa mais comum é o cigarro, mas a fumaça de fogão a lenha e a exposição a poeiras no trabalho também produzem a doença.

Enfisema e bronquite crônica

Os dois nomes descrevem formas de apresentação da mesma doença. No enfisema, as paredes dos alvéolos são destruídas e o pulmão perde elasticidade. Na bronquite crônica, predomina a inflamação dos brônquios, com tosse e catarro por longos períodos. A maioria das pessoas tem os dois componentes em graus diferentes.

A diferença em relação à asma é importante: na asma a obstrução varia bastante e costuma reverter; na DPOC ela é persistente e reverte apenas em parte. Por isso o tratamento das duas não é igual.

Sintomas da DPOC

Os sintomas se instalam devagar, ao longo de anos, e por isso costumam ser atribuídos à idade ou à falta de exercício.

Exacerbação: quando o quadro piora de repente

Exacerbação é uma piora aguda dos sintomas que exige mudança no tratamento. É o evento mais importante da doença: cada episódio grave pode deixar sequela na função pulmonar e é a principal causa de internação por DPOC.

Ter um plano definido para reconhecer e agir cedo na exacerbação faz parte do acompanhamento.

Quando procurar atendimento de urgência

  • Falta de ar intensa em repouso ou piora rápida em poucas horas
  • Confusão mental, sonolência excessiva ou muita agitação
  • Lábios ou pontas dos dedos arroxeados
  • Febre alta associada à piora respiratória

Nessas situações, procure um serviço de emergência imediatamente.

O que causa a DPOC

É comum a doença aparecer em quem parou de fumar há muitos anos. Parar reduz a velocidade da perda de função pulmonar, mas não apaga a exposição anterior, e por isso a avaliação segue indicada.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico de DPOC exige espirometria. Sintomas e histórico levantam a suspeita, mas apenas a prova de função pulmonar confirma a obstrução e mede o quanto ela é grave.

Espirometria

O exame mede o volume de ar expirado e a velocidade da expiração, antes e depois de um broncodilatador. Na DPOC, a obstrução persiste mesmo após a medicação, e é isso que a separa da asma.

O resultado também estabelece um ponto de partida: repetir o exame ao longo dos anos mostra como a doença está evoluindo.

Outras avaliações

O que precisa ser diferenciado

Asma, insuficiência cardíaca, bronquiectasias, sequela de tuberculose e doenças intersticiais podem produzir falta de ar e tosse parecidas. A investigação serve para separar essas possibilidades, porque o tratamento muda em cada uma.

Como funciona o tratamento

A DPOC não tem cura, e o tratamento tem objetivos claros: reduzir os sintomas, diminuir a frequência das crises e preservar a função pulmonar que ainda existe.

Parar de fumar

É a medida que mais influencia a evolução da doença, em qualquer estágio. Não é apenas conselho: existe tratamento médico para a dependência de nicotina, com avaliação e acompanhamento.

Medicação inalatória

Broncodilatadores de longa duração são a base do tratamento, e em parte dos casos associa-se anti-inflamatório inalatório. A escolha depende dos sintomas, do resultado da espirometria e do histórico de crises, e é reavaliada com o tempo.

Técnica do dispositivo

O medicamento só funciona se chegar ao pulmão. Conferir e corrigir a técnica de uso do inalador na consulta é uma das intervenções de maior efeito prático, e costuma ser negligenciada.

Reabilitação pulmonar e atividade física

Programas de exercício orientado melhoram a capacidade de esforço e a qualidade de vida de quem tem DPOC. Evitar o esforço por medo da falta de ar acelera o descondicionamento e piora o quadro.

Vacinação e outras medidas

Em pacientes com oxigenação baixa comprovada por exame, existe indicação de oxigenoterapia domiciliar. Essa indicação é individual e depende de critérios objetivos.

Como é a consulta

1

Levantar a história respiratória e as exposições

Tempo e carga de tabagismo, exposição a fumaça de lenha e poeiras no trabalho, frequência das crises, internações e o quanto a falta de ar limita você hoje.

2

Solicitar a espirometria e interpretar o resultado

Avaliação clínica e solicitação da prova de função pulmonar, que você realiza em laboratório. O resultado confirma a obstrução, mede a gravidade e serve de referência para o acompanhamento.

3

Definir tratamento, vacinas e plano de crise

Escolha do inalador com treino da técnica, orientação sobre vacinação e atividade física, e plano por escrito para os dias de piora. O retorno em até 30 dias já está incluído.

Valor da consulta

R$ 650 consulta particular de 60 minutos
  • Retorno incluso em até 30 dias
  • Conduta e orientações por escrito
  • Receitas e pedidos de exame quando necessários
  • Nota fiscal para solicitar reembolso ao seu plano
Falar no WhatsApp

O atendimento é particular. A nota fiscal permite pedir reembolso ao seu convênio, conforme as regras do seu plano.

Dra. Kamilla Tonini segurando dispositivos inalatórios usados no tratamento respiratório

Dra. Kamilla Tonini

Médica com 20 anos de formação e dois títulos de especialista registrados no Conselho Regional de Medicina: Pneumologia e Clínica Médica.

A dupla formação permite avaliar o paciente por inteiro, e não apenas o pulmão: sintoma respiratório costuma se misturar com pressão, coração, refluxo e sono. Atuou por 12 anos em atendimento domiciliar de alta complexidade, acompanhando pacientes crônicos, dependentes de oxigênio e em suporte ventilatório.

Atende pacientes a partir de 12 anos com asma, DPOC, bronquite crônica, pneumonia, tosse de investigação e dependência de nicotina. Atua também como médica militar na Força Aérea Brasileira, no Hospital de Força Aérea de São Paulo.

O consultório fica na Av. Paulista, e há atendimento por teleconsulta para pacientes de outras cidades.

Kamilla Tonini Delamonica
CRM-SP 114.546
RQE 121.627 · Pneumologia
RQE 121.356 · Clínica Médica
Responsável técnica pelo atendimento

Dúvidas frequentes sobre DPOC

DPOC tem cura?

A DPOC é crônica e não tem cura. O tratamento reduz sintomas, diminui a frequência de crises e ajuda a preservar a função pulmonar que resta. A evolução varia bastante de pessoa para pessoa e depende muito de parar de fumar.

Parar de fumar ainda adianta depois do diagnóstico?

Sim. É a medida que mais influencia a evolução da doença em qualquer fase, inclusive em quadros já avançados. Existe tratamento médico para ajudar nesse processo.

Qual a diferença entre DPOC, enfisema e bronquite crônica?

Enfisema e bronquite crônica são formas de apresentação da DPOC. A maioria das pessoas tem os dois componentes, em proporções diferentes. A avaliação clínica e a espirometria mostram o que predomina no seu caso.

Vou precisar de oxigênio em casa?

Nem todo paciente precisa. A indicação depende de exames que medem a oxigenação e segue critérios objetivos, avaliados individualmente.

A espirometria é um exame difícil?

É um exame não invasivo, feito soprando em um aparelho, com orientação de um técnico. Exige colaboração e algumas repetições, mas não causa dor.

Posso fazer exercício tendo DPOC?

Sim, e é recomendado. A atividade física orientada melhora a capacidade de esforço. O nível adequado para o seu caso é definido na avaliação.

Sou ex-fumante há anos e não tenho sintomas. Preciso avaliar?

Vale conversar. A DPOC evolui de forma silenciosa por anos, e a avaliação da função pulmonar em quem tem histórico de tabagismo permite identificar a doença em fase inicial.

Conteúdo informativo, revisado pela Dra. Kamilla Tonini Delamonica, CRM-SP 114.546, RQE 121.627 (Pneumologia) e RQE 121.356 (Clínica Médica). Não substitui consulta médica: cada caso exige avaliação individual.

Onde fica

Endereço

Av. Paulista, 2064
Bela Vista, São Paulo, SP
Consultório Livance

Como chegar

A cinco minutos a pé das estações Consolação e Paulista. Estacionamento no edifício.

Agendamento

Pelo WhatsApp (11) 99475-5922
ou pelo telefone (11) 5039-3845
Atendimento a partir de 12 anos

Condições atendidas

O atendimento é para pacientes a partir de 12 anos, em todas as condições respiratórias. Se a sua não estiver na lista abaixo, ela também é avaliada na consulta.

Asma e asma de difícil controle · DPOC, enfisema e bronquite crônica · tosse de investigação · tabagismo e dependência de nicotina · pneumonia e infecções respiratórias de repetição · nódulo pulmonar e achados em exames de imagem · bronquiectasias · apneia do sono e ronco · falta de ar a esclarecer · fibrose pulmonar e outras doenças intersticiais · tuberculose · embolia pulmonar · derrame pleural · hipertensão pulmonar · alergia respiratória e rinite associada · avaliação pulmonar pré-operatória · sequelas respiratórias e sintomas persistentes após covid

Páginas com conteúdo detalhado

AsmaPneumoniaTosse crônicaParar de fumar

Agende sua consulta

Atendimento na Av. Paulista e por teleconsulta.

Falar no WhatsApp
Agendar pelo WhatsApp